Posted by : CanasOminous 12 de ago de 2016

O sol decidiu castigar toda a região de Alola naquela manhã. A temperatura beirava os 37º C, não se parecia nem um pouco com um clima de inverno, e estava simplesmente inviável passar calor dentro de casa. Em um lindo dia como aquele, não havia nada melhor do que programa favorito dos habitantes locais: passar o dia na praia. Não eram apenas os turistas que aproveitavam o que Alola oferecia de melhor, um presente como aquele jamais poderia ser ignorado, ainda mais quando se mora a poucos metros da areia branca.
Todos se reuniam na Baía do Rei, o santuário secreto da família. Dylan era um convidado especial — havia combinado que ensinaria Hal a surfar, mas só se o pequeno começasse com uma prancha do seu tamanho, uma versão simples de bodyboard, antes de leva-lo para além das pedras, onde costumava ser perigoso e muitas vezes acidentes aconteciam. Mili fez com que Dylan prometesse cuidar bem de seu irmãozinho, pois só assim daria o aval para que eles saíssem e se divertissem juntos.
— Eu só não quero que você passe dos recifes, ouviu bem? O mar aberto é perigoso e você pode ser atacado por um Gyarados selvagem, ou quem sabe até um Sharpedo! — dizia Miliani enquanto passava protetor solar nas costas de seu irmão. — Fique apenas onde seus pés alcançarem e então tudo vai ficar bem.
— Mili, eu já venho aqui com tanta frequência e conheço cada pedra da área — respondeu o garoto. — E tem mais, o Rei sempre me protege.
Ela sorriu, pois concordava que o grandioso Mantine, muito maior do que qualquer outro, era o verdadeiro protetor daquelas águas e ele jamais deixaria um Pokémon ou sequer ser humano correr perigo em seus domínios.
Pediu para que Hal se virasse, e com as duas mãos fez uma marca bem nas costas do menino e depois pintou sua cara de protetor solar, como se ele fosse um indígena.
— Agora está prontinho! — ela sorriu, dando um tapinha de leve no bumbum dele. — Vai brincar, vai!
Kailani observava a cena, e depois que o garoto se afastou, decidiu intervir:
— E quando é que você vai passar bronzeador em mim também?
— Você já usou umas três vezes desde que chegamos.
— Oh, que pena. Eu estava para tirar a minha parte de cima do biquíni para não deixar marquinha! Mas já que você não quer...
— Tem gente aqui hoje, Kai, se manca! Controle seus hormônios.
— É que perto de você é quase impossível.
Hal entrou no mar e vestiu seus óculos de nadar que estavam sempre no pescoço. Dylan já estava no seu aguardo do outro lado, observando as meninas de longe.
— Ah, cara, se eu morasse perto de uma beldade dessas...
— Ela é minha irmã, se tentar roubá-la de mim eu quebro seu nariz.
O rapaz loiro riu e logo guiou o mais jovem para uma área com ondas melhores para surfar. Por tratar-se de uma baía, tudo era muito calmo e a maioria das ondas quebravam antes mesmo de chegar à costa, mas foi o suficiente para ensinar alguns princípios básicos e fazer com que Hal ficasse de pé por longos c segundos em cima da prancha. Ainda era cedo quando Hal convidou o estrangeiro a fazer uma das atividades favoritas suas: mergulhar. Eles não precisavam de equipamentos adequados para tal tarefa, bastasse um par de óculos para conseguir enxergar o mundo que existia debaixo das águas quentes de Alola.
— Você só precisa segurar a respiração e me seguir, entende? Por quanto tempo acha que consegue?
— Sei lá, acho uns dois minutos — sugeriu Dylan.
— Caso esteja se afogando, vou tentar te salvar.
— Só se a sua irmã prometer fazer respiração boca-a-boca em mim depois.
Hal foi na frente, guiando Dylan por debaixo dos recifes mais altos que tampavam a passagem das pessoas e criaturas marinhas de maior parte. Os dois seguiram por uma caverna, e uma infinidade de peixes e criaturas exóticas puderam ser encontradas ali. Havia cardumes de Remoraids, e também Luvdiscs e Corsolas escondidos entre as rochas. A caverna era ancestral, suas paredes foram moldadas pelas ondas e brilhavam com o reflexo das águas. O visitante encantou-se com a cena, lembrava-lhe muito a Granite Cave na Ilha de Dewford, sua terra natal.
Dylan surpreendeu-se com um peixe de cores chamativas em tons róseos e lilás, nunca tinha visto nada parecido. Quando tentou aproximar-se, um Octillery saiu entre as pedras e soltou um jato de tinta na cara dele para depois desaparecer. O peixe rosa também havia sumido. Eles continuaram seguindo até chegar do outro lado da gruta para pegar um pouco de ar e retomar a viagem.
Quando voltaram para a superfície, mal podiam conter sua ansiedade:
— Caramba, eu vi tantos Pokémons aquáticos diferentes! O que era aquele todo colorido? Ele parecia estar indo para o carnaval, nunca vi nada parecido! — falou Dylan.
— Aquilo era um Bruxish, e eles são nativos aqui de Alola — explicou-lhe Hal. — O povo da ilha costuma deixa-los em paz porque eles espantam outros Pokémons aquáticos mais perigosos, espécies diferentes têm medo só de ouvir o rangido dos dentes dele!
— Maninho, isso é demais, quando eu voltar quero levar alguma coisa de Alola para Hoenn. Esse lugar já é como a minha segunda casa!
Quando alcançaram a bancada de areia, tanto Kai quanto Mili estavam de bruços pegando um bronzeado. Dylan sentou-se na sombra, e ainda vidrado com a visão que tivera da gruta, mal conseguiu concentrar-se nas meninas.
— Eu gostaria de ver mais dos Pokémons daqui. Alola não têm um aquário ou coisa parecida?
— Ter, até tem — Hal falou meio discreto —, mas dizem que é o maior e mais famoso do mundo, então já dá para imaginar que a entrada não seja barata, né? Eu prefiro estar em contato com essas criaturas aqui, em seu habitat natural.
— Poxa, então me deixe leva-los! É sério, vai ser um passeio nosso, primeiro vocês me convidaram para almoçar e agora tive a oportunidade de conhecer o santuário da família, deixem-me retribuir o favor.
— Está falando sério? — Mili entrou na conversa, tirando os óculos de sol. — Tipo, todos nós? Ficaria caro demais...
— Pfthh... Isso aí é de menos. Papai dá um jeito — Dylan riu, ficou de pé e alongou os braços. Mili voltou a colocar os óculos escuros, pois assim poderia encarar o corpo dele à vontade. — Então está combinado. Aprontem-se, semana que vem vamos todos ao aquário! Quero chamar até o Ika e o Uko, aqueles caras são gente boa demais.
Mili olhou para sua amiga, como se esperasse uma confirmação por parte dela. Kai deu de ombros. Um passeio extra seria sempre bem vindo.
 O aquário de Alola era uma atração feita para os turistas, e muitas vezes nem mesmo o povo de lá tinha chances de visita-lo, pois ficava numa ilha vizinha e só custos de entrada e transporte eram gigantescos. Mas Dylan estava tão disposto a ir que negá-lo essa oportunidade seria uma tremenda maldade, ele fazia questão da companhia de seus novos amigos, uma vez que Izrael estava muito ocupado estudando métodos de meditação e concentração com o povo da montanha.
Seria um belo programa em família. O que poderia dar errado?


No dia marcado, Mili arrumava as malas como se fosse ficar um ano fora. Eles mal passariam um dia inteiro longe, mas só voltariam bem à noite. Ela já nem se lembrava da última vez que fizera um programa como aquele, sair para passear sem compromissos, só aproveitar. Por não ser a única adulta presente, talvez não precisasse ficar tão em cima de seu irmão mais novo, mas algo em seu peito ainda dizia para ficar de olho nele.
Kailani passaria a noite com ela antes da viagem. As duas estavam na mesma cama, quietas sob a claridade de uma única lâmpada. Kai estava agitada demais para dormir, e por isso tentava ouvir um pouco de música, mas por algum motivo decidiu comentar:
— Até que o loirinho é gente fina.
— Ele é um amor — assumiu Miliani, virando-se para ela. — Achei tão legal o Dylan convidar todos vocês para irem ao aquário também, não é como se ele estivesse preparando um encontro romântico ou coisa do tipo, ele realmente gosta de vocês, tanto que sempre digo que para ficar comigo, o primeiro passo é gostar da minha família.
— Não vai pensando que eu gosto do cara, hein? A única pessoa que eu adoro aqui é você. Não consigo nem sonhar mais em como é estar com homem, eles são tão... tão... estranhos.
— Estou muito feliz por estarem se dando bem. Já consigo deixa-los juntos na sala sem que tentem se matar.
— É. Já é um avanço.
Kailani desligou a música e apagou a luz. Depois virou-se para o outro lado e cruzou os braços. As duas ficaram em silêncio por alguns segundos, mas uma dúvida não saía de sua cabeça.
— Você ainda acha que ele é o homem da sua vida?
— Ele faz meu coração palpitar — Mili respondeu, olhando para o teto, os pensamentos à mil. — Vocês dois fazem.
— Eu gostaria de ter grana pra pagar uma ida ao aquário para vocês também...
— Não diga uma coisa dessas! Você é sempre tão boa comigo, eu não poderia pedir por uma companhia melhor, e não é o dinheiro que me faria mais feliz. Você me faz feliz. Todos vocês, ainda mais quando posso tê-los debaixo de minhas asas — respondeu Miliani, abraçando sua amiga com carinho. — Só que tudo isso é tão confuso... Às vezes eu gostaria de ter os dois para mim, ao mesmo tempo.
— Aposto que o loirinho ia gostar. Mas nem vem com ideia!
— Heh, heh. Vou pensar no assunto.

No dia seguinte, todos já estavam prontos em frente à casa dos Kameahookohoia. Ika fez uma rápida oração pedindo proteção na viagem, e logo em seguida embarcaram. A viagem duraria cerca de duas horas até a próxima ilha, eles pegaram um barco alugado e divertiram-se muito no caminho até lá.
Ao chegarem à cidade mais próxima, era possível notar a diferença dos vilarejos mais simples com as áreas que começavam a se modernizar. O “Maior Aquário do Mundo” já podia ser visto de longe no oceano, um Octillery gigantesco inflável protegia a entrada com seus oitos tentáculos, havia também a incrível ossada de um Wailord que encalhara na praia havia pelo menos trinta anos, e agora servia como atração para turistas que jamais tiveram a chance de ver um.
O aquário era famoso por ter um exemplar de praticamente todos os Pokémon do tipo aquáticos existentes, de Kanto à Unova. Tinha também uma área separada para sapos da família dos Poliwags e Tympoles, e até uma zona refrigerada com raríssimos exemplares de Piplups e um formoso Empoleon que os liderava. Uma das atrações mais famosas era o laboratório de fósseis, onde os cientistas e acadêmicos da ilha de Cinnabar foram capazes de reviver um exemplar de Omanyte dos tempos antigos após anos de experimentos.
Hal estava maravilhado com a visão. Seu Popplio estava muito bem acomodado em sua mochila logo atrás, e também parecia ansioso em ver alguns peixes de pertinho.
— Só não tente comê-los, ouviu, Chefe?
A família seguiu até o a recepção onde Dylan comprou as entradas e surpreendeu-se por ter sido tão barato (pelo menos para seus padrões). Ika e Uko compravam ração para jogar aos Magikarps que tinham logo na entrada, mas os peixes estavam tão gordos que não quiseram comer mais nada.
Hal queria fazer um pouco de tudo quando sua irmã chamou-o para um canto e ajoelhou-se em sua frente.
— Venha aqui, mocinho — ordenou, ficando de joelhos para ajeitar as roupas do garoto que já estavam todas amassadas. — Não pense em sair de perto de mim, ouviu?
— Mili, eu já quase doze anos.
— Eu sei. E continua se metendo em encrenca. Essa é uma viagem do Dylan, então não quero que você estrague tudo como costuma fazer. Lembra da sua última excursão com os meninos da escola?
— Aquilo foi um acidente, e eu não estava envolvido.
— É. Mas estava no lugar errado e na hora errada! Estou de olho em você, mocinho.
— Às vezes você fala que nem a mamãe...
Dylan comprou as seis entradas e as distribuiu. Eles não estavam na alta temporada de férias, mas em qualquer época do ano havia um público razoável disposto a visitar o maior aquário do mundo. Uma moça de cabelos ondulados prontificou-se a fazer as devidas apresentações, e todos aceitaram de muito bom grado.
— Como podem ver, temos predominância dos Pokémons water-type, mas também separamos algumas áreas reservadas aos ice e grass-type. Alguns deles vivem em harmonia, mas nosso principal intuito é trazer criaturas que já não se encontram com tanta facilidade nos oceanos, rios e mares; principalmente para as crianças e gerações futuras tenham a chance de conhece-los — explicou a guia. — Como podem ver, o saguão é onde nos encontramos no momento, há muitos corredores e andares espalhados pelo restante do aquário que eventualmente levarão até aqui. Na entrada vocês têm acesso às lojinhas e restaurantes que servem desde pizza até culinária local; se seguirem pela direita chegarão ao setor dos tubarões e fósseis; à esquerda ficam os animais exóticos e pinguins; e seguindo pelo centro está o setor das batalhas e também a área infantil onde os visitantes podem tocar alguma das nossas criaturas marinhas. Por onde desejam começar?
— Batalhas intensas! — exclamou Kailani.
— Pinguins e foquinhas! — Miliani quase teve um infarto. Ela adorava criaturas fofas.
— Podemos tocar nos bichos? — perguntou Uko, este era seu maior sonho.
— Alguém disse pizza? — continuou Ika.
— Eu quero ver TUDO — respondeu Dylan, desesperado para começar.
Completamente perdida, a sequer soube qual área sugerir primeiro.
Hal sempre achara que os aquários eram lugares chatos para gente rica, costumava pensar que seria melhor ver todos aqueles Pokémons soltos em seu ambiente natural, mas conforme aventurou-se pelos corredores frios em tons azul ele compreendeu que o objetivo das pessoas que trabalhavam ali era também proteger tais criaturas. Diversas espécies de Pokémons desapareceram com o passar dos anos, os Relicanths de Hoenn estavam quase em extinção, enquanto os Tirtouga se tornavam cada vez mais raros.
Hal observava um aquário de Carvanhas quando o pequeno Popplio se cansou da viagem pulou de sua mochila, começando a andar livremente por aí. Hal começou a segui-lo, apesar de sua irmã estar envolvida demais com as atrações de algo que nunca tinha visto tão de perto e sequer sonhava em presenciar.
— Chefe, volte já aqui! — exclamou, sendo completamente ignorado.
Ele seguiu seu Popplio até o saguão que deveria ser o setor dos fósseis. Nele existiam aquários tubulares com Pokémons reais ali dentro, itens expostos para exibição e placas enormes com a história de cada criatura.
Alguns dos maiores biólogos do mundo trabalhavam no aquário em seu período de férias, preferiam não parar as atividades e usavam do tempo extra para cuidar e aprender sobre tais criaturas, além de aproveitar o melhor que uma região tropical tinha a oferecer. Era a primeira vez que Hal via tantos Pokémons das profundezas, num dos aquários havia um Huntail que se escondia entre as pedras, ao menor sinal de um humano ele tentou avançar e deu de cara com o vidro, retornando para seu esconderijo e lá permanecendo, vigilante.
— Dylan  deve ter sentido muita dor quando foi mordido por um — presumiu o garoto, tocando levemente o colar em seu pescoço que tinha um dente da criatura.
Poderia passar dias estudando ali dentro e ainda não descobriria tudo sobre Pokémons aquáticos tão fantásticos.


Popplio andava tão tranquilamente pelos corredores que alguns turistas pensaram que ele era parte de alguma atração e começaram a fotografá-lo. Vaidoso do jeito que era, Chefe exibia-se para as câmeras até que Hal teve de intervir e tirá-lo dos holofotes.
— Pare de chamar atenção! Até parece que nasceu para brilhar...
Assim que o colocou de volta na mochila, no instante em que saiu do setor dos fósseis, percebeu que o saguão principal dava em muitos corredores diferentes. Não havia o menor sinal de para qual deles seus amigos tinham seguido. Hal ajeitou a mochila nas costas, olhou o relógio e percebeu que ainda teria muito tempo para divertir-se no maior aquário do mundo antes de ir embora.


— É esse aqui! — Dylan apontou para o peixe cor-de-rosa que estava num dos aquários. Seus amigos se atentaram às descrições da criatura e uma placa que indicava o nome: Bruxish. — Mas agora que estou vendo com mais atenção... que bicho feio da porra — e caiu na risada.
Aquele setor estava repleto de criaturas nativas de Alola. Havia um peixinho miúdo chamado Wishiwashi, e diziam que quando se sentia ameaçado ele se juntava a outros de sua espécie, formando uma criatura colossal e assustadora capaz de enfrentar qualquer ameaça. Uma enorme sombra passou lá longe, e de relance foi possível ter uma breve ideia do quão perigoso eles eram.
— Dizem que até mesmo os Gyarados têm medo de enfrentar um Wishiwashi nessa forma — falou Kailani. — É por isso que não se pode brincar com os baixinhos no jardim de infância, vai que depois ele volta com sua gangue inteira!
Ika e Uko se divertiam na entrada tocando Pyukumukus e Wimpods em uma piscininha rasa. Uma das instrutoras lhes contou um pouco sobre a habilidade Innards Out e o método de defesa dos Pyukumuku, que odiavam ter seus espinhos nas costas tocados. Quando isso acontecia, eles aprenderam a regurgitar seus órgãos internos que mais se pareciam com um punho, atacando possíveis ameaças ao redor.
— Isso é tão bizarro — comentou Ika, coçando o bigode. — Faz de novo!


Todos riram, e foi então que Mili se deu conta de que faltava alguém no grupo.
— Cadê o Hal?
Seus amigos estavam tão entretidos com as criaturas marinhas de Alola que não tiveram tempo para reparar em uma criança que foi se afastando lentamente. Dylan sequer ouvia o que Mili dizia, Kai era a única que tentava consolá-la.
— Eu não acredito que ele fez isso. Hala Kameahookohoia, eu não acredito! Como consegue ser tão idiota? Parece que nunca cresce! Ele pensa que eu vou estar aqui para sempre pra cuidar dele? Que droga, Hal, você consegue estragar o único momento que tínhamos para aproveitar!
— C-calma, Mili. Nós vamos encontra-lo! — disse Kai.
— Parece que ele deu um teleport para bem longe... Irado — continuou Ika.
 — E se pedíssemos para alguém na recepção anunciar o nome dele?
— NÃO! Dylan, isso não!! Não existe coisa mais brega! Eles vão pensar que somos um bando de turistas frescos que não sabem resolver nada sozinhos, temos que encontra-lo sem causar alarde!
— Gritando desse jeito vai ser meio difícil — respondeu Kai. — Olha, seguinte, se não quisermos chamar atenção, então vamos fazer do jeito mais difícil. Podemos tentar nos separar em grupos para ir atrás do menino.
— Eu e a Mili podemos ficar juntos? — sugeriu Dylan, contente.
— Não. Você vai com os dois negões.
— Ahhm... Tudo bem...
Kailani pegou no braço de sua amiga e correu de volta para o saguão central. Enquanto isso, Dylan, Ika e Uko observavam um Feebas esquisito que passava por um dos aquários e depois se entreolharam.
— Irado, né?
Os dois balançaram a cabeça.
— Irado.

Mili e Kai tentavam ser o mais discretas possíveis, mas era difícil não chamar atenção sendo que desde os moradores da ilha até os turistas reconheciam de longe os longos cabelos prateados da dançarina. Algumas pessoas até pediram para tirar fotos juntas, como se elas fossem uma espécie de celebridade, e ansiavam por um show à noite no palco principal do aquário, que eram muito frequentes no auge da temporada de verão..
— Bem, eu nunca fui chamada para dançar na frente de tanta gente! — respondia Mili quando perguntada, completamente envergonhada. Sua amiga tinha de puxá-la para longe dali antes que perdessem completamente o foco da busca.
Elas dobraram um corredor no setor dos Magikarps comuns, um local onde ninguém frequentava por achar muito sem graça. Estava completamente vazio, Kailani andava depressa sem largar o no braço de sua companheira com certa urgência, ela parecia desesperada em encontrar Hal, e isso de certa forma confortava o coração de Mili por ver que sua amiga estava tão preocupada quanto ela.
Kailani deparou-se com um depósito de alimento e apontou para dentro.
— Ele deve estar aqui escondido. Só pode estar aqui!
— Por que o Hal estaria escondido em um lugar cheio de ração para Magikarp?
— Eu conheço a figura. Vem logo, vamos entrar.
As duas precisaram se espremer ali para conseguir passar, perceberam como era pouco espaçoso, apesar de devidamente organizado. Ainda fazia muito calor lá fora, seus corpos suavam, ainda mais no desespero para encontrar logo a criança desaparecida que deveria estar brincando de se esconder em algum lugar do maior aquário do mundo.
— Ele não está aqui, Kai, vamos embora!
— Espera — disse ela, indo até a porta e verificando a maçaneta. — Está trancado por fora.
— Como assim trancado por fora?
— Ué. Tenta abrir, se quiser.
— Derrube a porta então!
— Que tipo de monstro você acha que eu sou? Não é porque eu treino todo dia que eu devo sair socando e destruindo tudo, no fundo ainda sou uma lady, querida! Por mais que não pareça.
Miliani foi até a porta e tentou abri-la, mas parecia realmente estar trancada de forma misteriosa. O depósito começava a ficar mais quente, ela sentiu uma gota de suor escorrer pelo pescoço e o vestido já grudava em seu corpo. Estava arfando de cansaço quando virou-se para sua amiga e exclamou:
— Você planejou isso.
— Eeeeeeeeeeeu?! — Kailani tentou parecer surpresa. — Imagina!
— Ah, planejou sim! Nós duas, trancadas em um depósito enquanto meu irmão está perdido em algum lugar, aposto que está chorando e desesperado para me encontrar enquanto você fica aqui, me atiçando com esses shortinhos curtos e esse... esse... abdômen definido!
Kailani arqueou uma das sobrancelhas. Estava começando entender aonde ela queria chegar.
— Tem razão. Está ficando meio quente aqui.
Ela aproximou-se da amiga e a prensou contra a parede. Por um instante não importou o lugar e nem as circunstâncias, o fato delas estarem em um ambiente público completamente desconhecido as excitava, o desespero fazia o coração de ambas palpitar mais depressa, fosse por preocupação ou por simplesmente saber que, no fim, daria tudo certo.
— Estamos trancadas aqui. Não há o que fazermos agora. Não se preocupe com seu irmão, ele já é bem grandinho, sem contar que temos três homens muito responsáveis e experientes procurando por ele, então vai dar tudo certo, ok? Confie em mim.
— Você só está falando assim para tentar me dissuadir...
Kailani começou a beijar seu pescoço enquanto levantava a saia com a outra a mão e arrancava suspiros de sua amiga.
— Eu adoro quando você usa palavras chiques. Não entendo porra nenhuma.
— Você não tem jeito mesmo... Mas seja rápida.
— Isso eu não posso prometer.


Hal continuava seu tour pelo aquário, mas em momento algum se sentiu sozinho. De certa forma já estava acostumado ao silêncio, e gostava da companhia de tantos Pokémons aquáticos ao seu redor. Ele alcançou o que deveria ser a maior área de todas, onde viviam as Mantines, Sharpedos e até mesmo um Wailmer. O aquário dava voltas pelos corredores, passando até mesmo pelo teto sobre suas cabeças. Era realmente surpreendente, ainda que o Rei fosse o maior e mais suntuoso de todos os Mantines, ver tantas criaturas juntas num só lugar era um espetáculo para qualquer pessoa.
Hal estava tão maravilhado com o tanque que nem notou quando uma moça com aparentemente a idade de sua irmã aproximou-se.
— Oi, garotinho. Você está perdido?
Ela era muito bonita, usava uma blusa branca por cima do corpo coberto apenas pelo maiô ainda molhado. Ela parecia ter acabado de sair de uns tanques, e a julgar que se encontravam na área dos Sharpedos, ela devia ser muito corajosa para entrar ali sozinha e alimentá-los. Não parecia ser o melhor dos trabalhos, mas só de vê-la já sentia confiança.
— Na verdade estou com a minha família.
— Entendo. Meu nome é Alikia, e sou supervisora aqui no aquário. O que está achando de sua excursão pelo “Maior Aquário do Mundo”?
— É tudo enorme!
Ela sorriu, depois olhou para os lados e chegou mais perto do garoto, como se fosse contar um segredo.
— Sabia que na verdade este não é o maior aquário do mundo?
— Sério?
— Sim, é que nossa cidade chama-se Mundo, e, querendo ou não, este realmente é o “Maior Aquário do Mundo”, como nosso pessoal do marketing costuma brincar. Mas ainda estamos atrás de outros bem maiores.
— É a primeira vez que visito um. Para mim, sempre será o melhor.
— É ótimo ouvir isso. Ei, você gosta de Pokémons aquáticos também? Vejo que sua Popplio é uma graça!
Hal olhou para seu Pokémon em sua mochila.
— Está falando do Chefe?
— Sim, os Popplios são bem raros aqui em Alola, mas são companheiros e divertidos, tanto que alguns professores os utilizam como escolha inicial. Você tem uma bela fêmea aí, por que não experimenta passar no setor gélido mais tarde? Já está na hora de alimentarem os Piplups e Seels, se der sorte vai encontrar o Empoleon acordado!
Quando a moça se afastou, Hal retirou seu Popplio da mochila e o olhou bem de perto.
— Você é uma... FÊMEA?!!

Já entardecia, Ika, Uko e Dylan ainda divertiam-se jogando ração para as Magikarps obesas no tanque da entrada. Os peixes se aglomeravam em torno deles e pareciam idolatrá-los, como se fossem deuses.
Não demorou para que Kailani e Miliani os localizassem depois de pedirem informações sobre dois homens negros gigantes e um loirinho com cara de turista. As duas estavam com as roupas amassadas, o rosto vermelho e as bochechas coradas.
— Até que enfim chegaram! — disse Dylan, jogando todo o resto de ração que tinha no meio das Magikarps que se aglomeraram em volta dele. — Por que as duas parecem tão... acabadas?
— Estávamos procurando pelo Hal feito loucas! — exclamou Kai. — Algum sinal dele?
— Sim, ele está ali na lojinha de souvenires. E acho que se divertiu bastante, depois de nos encontrarmos demos algumas voltas por aí. Primeiro nós vimos o horário de almoço de um Empoleon, depois ficamos para a apresentação de uma Milotic, estudamos o passado dos Kabutos e assistimos um documentário tedioso sobre a vida dos Slowpoke. Parando pra pensar, até que fizemos bastante coisa... Por que demoraram tanto?
— É uma longa história... — respondeu Mili corada, indo correndo para a lojinha encontrar seu irmão.
Dylan e Kailani se entreolharam, e como quem não quer nada, ele decidiu perguntar:
— É impressão minha ou vocês duas...
— Nem começa.
— Foi mal.
Ao chegar lá, Mili estava para dar uma bronca daquelas em seu irmão. Estava tão enraivecida que praticamente soltava fumaça pelo nariz, mas no instante em que o viu ali, com uma pelúcia de Wailmer nos braços, derreteu-se completamente.
— Oi. Comprei pra você — disse o garoto, entregando o presente nas mãos dela. Dylan se oferecera para pagar, mas Hal respondeu que preferia comprar com seu próprio dinheiro, reunindo sua pequena mesada que recebia toda semana. — Sei que adora coisas em formato de Pokémon, principalmente pelúcias.
Após apenas algumas horas longe do irmão, Mili compreendeu algo muito importante. Ajoelhou-se em frente a ele e o abraçou, às vezes pensando em como era uma irmã terrível por esquecê-lo e deixa-lo de lado.
— Nunca mais faça isso comigo, ouviu?
— Fazer o quê? — perguntou Hal.
— Me deixar.
— Mas foram só algumas horas...
— Não é você quem precisa de mim. Sou eu que preciso de você.
Hal achou muito estranho a demonstração de afeto de sua irmã, mas tentou retribuir o abraço da melhor forma que pôde. Para ele foram apenas algumas horas de diversão.
Mili já sabia melhor do que ninguém que às vezes não valorizamos alguém que está o tempo todo do nosso lado, até que a perdermos. Prometeu a si mesma que nunca mais esqueceria disso.
— E a propósito, nosso Popplio é fêmea.
— O QUÊÊÊÊÊ?!

   

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  1. Esse Capitulo foi bem interessante... Com frases bem interessantes... Se é que entendem...

    Não... Pera... O POPPLIO É FÊMEA!
    http://i.imgur.com/oQaDyIl.jpg

    Tem algum Easter Egg? Pelo menos eu não achei nenhum.

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    1. Não me lembro de nenhum easter egg específico, Shii. Dessa vez o capítulo teve que sair mais rápido, tanto é que postei uma semana seguida da outra e eu ainda tinha o especial de Sellure pra dar uma olhada! Então acho que só fui escrevendo e inserindo alguns dos Pokémon aquáticos novos, para que os leitores mais novos que acompanham a fic por causa das novidades da sétima geração percebam que ainda se trata de uma fic sobre Pokémon kkkkkkkkkkkk

      Às vezes eu me esqueço completamente de que esse é universo de Pokémon, estou tão acostumado ao livro do Ralph e dou tanta atenção à personagens e seus relacionamentos que até mesmo o Popplio, que deveria ser o protagonista, acaba ficando de lado. Mas vou tentar mudar isso nos capítulos finais, até agora estava tudo muito divertido e bonitinho, mas é chegada a hora de um pouco de drama e tensões antes de entrarmos de vez no meio da trama, que é onde tudo se desenrola.

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  2. O POPPLIO É FÊMEA!

    https://www.youtube.com/watch?v=Ey3PbD75cjc

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    1. Os Dewott machos do Aquário (se existirem) vão pirar agora.
      https://img.ifcdn.com/images/1e406e8a3cd2c0b908c7b36a8be9a355236c67d49e0a3398e8a012d819827d9d_1.jpg

      (Só porque não encontrei nenhum outro meme engraçado) e.e

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    2. Ah, já estou me preparando para uma eventual evolução final Fairy-type, né? Se todos os rumores estiverem corretos, fiz bem em transformar o Popplio em fêmea, vai ficar uma graça! Agora, se a internet me decepcionar... Acho que todas minhas ideias precisarão ser improvisadas kkkkkkkkkkkkk

      Estou até pensando em começar a planejar alguns Gijinkas! Sinto falta deles, eram a melhor coisa nos tempos de SInnoh :')

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    3. Do jeito que o Oshawott do Ash é ,não duvido nada que Deplio seja real

      Eu estou me preparando para uma eventual queda pro #TEAMROWLET,Alolian Marowak e Wishiwashi conquistaram meu coração de uma forma

      Gijinkas para lembrar de Sinnoh :')

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    4. Se desenhar esse Gijinkas, se algum fã quiser desenhar essa Popplia junto com a Mili e a Kai, eu já estou a prever a Kai ficar em cima...

      Mas antes, faz desenho do Izrael e do outro que eu esqueci o nome, tal como o Ika e Uko, esses dois precisam! kk

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    5. Putz, é verdade, Shii! Antes de começar os Gijinkas eu precisava mesmo era fazer todos os personagens no tamanho de uma sulfite e depois montar uma página adequada para eles kkk Tudo que tenho por enquanto é a capa, tanto é que acabei reciclando as imagens. Mas obrigado pelo toque, vou ver se começo a fazer o quanto antes!

      Ah, nossa, se a gijinka da Popplio for pelo menos um pouquinho da Mili e da Kai, já estarei contente! Minha amiga disse que as duas são o melhor casal que já montei kkkk Vamos ver se consigo manter o nível até o final :)

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  3. Cara, mais um bom cáp. A Mili e a Kai em... Aproveitando o momento que o irmão sai e... Pá!

    Ika, Uko e Dylan acham tudo irado cara, então vamo nessa onda também mermão! Olha que irado aquele Feebas man! Da hora...

    Mas bem, muito obrigado por mais um cáp, e espero que lance logo o próximo!

    Ps: Cara, acho que sou meio doidão. Acredita que li o cáp e tô shippando o Hal com aquela jovem que trabalha no aquário aparentemente entrando e saindo dos tanques?

    Ps2:http://i68.tinypic.com/s1re42.jpg ,demorei http://globorural.globo.com/edic/277/balaio_12.jpg pra fazer, cabei tendo de parar quase no final. Fiz isso porque pensei em uma frase que escrevi e tive a "genial" ideia.

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    1. * http://oi68.tinypic.com/s1re42.jpg , link corrigido.

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    2. Fico feliz que tenha curtido, Sir! Tudo para esses caras é muito... irado kkkkkk E até nos momentos mais sérios e impróprios essas duas acabam se pegando, é uma baita irresponsabilidade, mas me divirto muito mostrando esse lado humano dos personagens quando menos se espera kkkk É tipo aproveitar aquele raro momento da casa vazia, né? :v MilKai for Best Shipp!

      Rapaz, e eu admito que a moça do tanque quaaaase se tornou uma personagem importante! A ideia era que ela começasse a fazer parte do grupinho lá para frente, não cheguei a pensar num nome nem nada, mas bem que seria maneiro ela ter alguma relação com o Hal! Só não fiz isso porque tenho aquele limite dos 10 capítulos que desejo cumprir e não pretendo me estender muito, daqui a pouco eu precisaria de mais uns 20 para conseguir fechar todas as pontas da história e o livro do Ralph ficaria em segundo plano, não posso deixar isso acontecer! kk Mas se aparecer a oportunidade pode ser que eu a traga novamente, tenho ideia para mais uns 2 ou 3 capítulos e ainda preciso preencher o espaço restante. É sempre interessante reciclar personagens kk

      Cara, do que se trata esse link que você enviou? Não consigo abrir nenhuma das duas versões, tentei até em outro navegador. Às vezes o problema é com o site que você hospedou! D:

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    3. Cara, meu link deu fail de novo? Até 1 hora atras tava funfando! Pera um pouco, deixa eu consertar (de novo).

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    4. Cara, o link aparentemente tá certo, dessa vez tenta sem o http:// , please.

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    5. Não abre de jeito nenhum, cara. Nem no celular. De repente isso pode ter algo a ver com a sua conta não permitir acesso à visitantes, por isso o link sempre vai abrir para você normalmente enquanto os outros não podem acessá-lo.

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    6. Não, minha conta é pública... Cara, muito estranho... http://tinypic.com/usermedia.php?uo=XaTRJmVkC3fh3RwXWjCiQIh4l5k2TGxc#.V7SBkFJHn4w ,deve funfa agora, se não... Terei de hospedar em outro site.


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    7. Ah, agora consegui ver. E MEUS OLHOS ARDEM! kkkkkkkkkkkkkkkkk Gostei do estilão de Megaman cara, parece aqueles primeiros chefões de fase que todo mundo acha inútil e depois volta com uns updates kk Feebas Man 2.0

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    8. That's right man! Feebas Man 2.0, me soa interessante... Se seus olhos olhos arderam, então imagine quando houver um Feebas Man 2.0?

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    9. Ei Canas, veja https://www.youtube.com/watch?v=Vdd4rBlsj2o .

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    10. Caramba, Conker! Esse é lendário, uma das pérolas do Nintendo 64 kkkkkkk Lembro que na época eu queria muito jogar, mas minha mãe não deixava por causa dos palavrões e tudo o mais. Até hoje não tive a chance de jogar, mas meu primo tinha o cartucho e eu lembro até hoje desse chefe kkkkkk Pena que ele perdeu a fita, é uma das mais raras e valiosas :(

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    11. Cara, também não cheguei a jogar, mas ao acaso acabei descobrindo... e esses dias pra trás eu tava rondando o Youtube e achei esta pérola, kkkkkkkk, é incrível o que tal produtora conseguiu fazer em uma época onde seus eram considerados infantis.

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  4. Demorei mas estou aqui.
    Que capitulo legal Canas! Queria ir nesse aquario :v ;-;
    IHAIAHIAAHIAHAIAHAIAJAIAHAOHAOAAHIAHAA
    MASOQUEQUEEHISSO KAI ( ͡° ͜ʖ ͡°)( ͡° ͜ʖ ͡°)
    Fiquei feliz pakas. Hummmmm ( ͡° ͜ʖ ͡°)
    Melhor shipp ever. :V
    E quando a casa fica vazia? ( ͡° ͜ʖ ͡°)
    ( ͡° ͜ʖ ͡°)
    HAUAUAHAHAUAKAMAUAIAHAUAHAKALAHAUAJAKALAHSJAA. SOCORRO ;U;
    Adorei Canas! Ate o proximo!

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    1. Hey, White! Eu estava ansiosamente no aguardo da sua opinião quanto à atitude das garotas ( ͡° ͜ʖ ͡°) Foi safadeza demais? Foi o certo a se fazer estando trancadas sozinhas num depósito? Foi sacanagem com o pobre Hal? Hoje, no Globo Repórter kkkk

      Ah, mas eu estou adorando colocá-las em situações inesperadas, sendo que até agora eu não fiz nada muito pesado, digamos que ainda estou pegando leve, mas um especial exclusivamente para maiores de 16~18 anos seria interessante, acha não? ( ͡° ͜ʖ ͡°) E quando a casa fica sozinha? Se com gente por perto já é uma loucura, imagina só o que rola sob quatro paredes! kkkkkkkkk Valeu, White, preciso desenhar uma arte oficial para essas duas logo, nem que seja só na despedida, quero ter uma pequena lembrança de Ohana Dreams após concluir a história ;-; Melhores momentos! See ya.

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